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há 9 horas
Acredito que não houve excesso no caso em análise, tendo em vista que havia a exposição dos reféns a perigos como arma de fogo (pois não se sabia que a mesma era de brinquedo, então a polícia deve
há 2 dias
...aquilo para proteger sua vida.Sobre o Pedro, com exceção de uns dois comentários acima, todos tiveram calma ao comentar. O que ocorreu é que ele trouxe um tema que muita gente na sociedade, inclusive dentro do direito, observa que é tratado de maneira equivocada. E aqui no Jusbrasil alguns temas costumam ter muita repercussão, positiva ou negativa, e quem escreve já deve estar preparado para isto nos comentários. São raros os que deixam o sangue subir à cabeça.Abraços!
há 2 dias
Leilson, assim como qualquer outra relação jurídica, a presunção deve sempre ser de boa-fé. A má-fé, caso haja, deve ser provada. A gente ficar sempre com receio de que vá haver excesso ou execução
há 2 dias
Leilson, assim como qualquer outra relação jurídica, a presunção deve sempre ser de boa-fé. A má-fé, caso haja, deve ser provada. A gente ficar sempre com receio de que vá haver excesso ou execução
há 2 dias
@leilsonvieira Concordo que cada caso é um caso, mas quando a Lei diz "moderadamente para cessar a injusta agressão", a vítima fica sujeita ao arbítrio, à subjetividade do promotor e do juiz. Da
há 3 dias
A sentença diz coisa diferente do que você está alegando, Salim.
há 3 dias
A sentença diz coisa diferente do que você está alegando, Salim.
há 3 dias
Rafael, foi caso de absolvição sumária sim. Não foi sequer a júri. E é disto que o promotor está recorrendo (concordo plenamente com seu comentário).
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